domingo, 28 de novembro de 2010

Windows e Segurança

Windows @ 25

“Today marks the 25th anniversary of Microsoft Windows, since the first version of the product was launched on this day in 1985. (To put this in perspective, I graduated from high school in 1985.) Like most people, I never used Windows 1.0, which was by all accounts nothing more than a slightly graphical shell that sat on top of MS-DOS. In fact, the original code-name for Windows--Interface Manager--says everything you need to know about Microsoft's early intentions for the product. (...)”
in WinSuperSite

O sistema operativo da microsoft fez 25 anos!
Apesar de ser “odiado” por muitos a verdade é que o windows - nas suas várias versões - é, actualmente, o sistema operativo mais usado do mundo. Foi também o pioneiro no mercado de consumidores o que permitiu - e causou - a massificação do computador para uso pessoal e casual.
Desde o Windows 1.0 até ao actual Windows 7, um sem número de revoluções aconteceram no mercado e o sistema sempre esteve a par e passo das mesmas.

Será que daqui a 25 anos o panorama será o mesmo?
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FBI brass ask Google, Facebook to expand wiretaps

“Top officials from the FBI traveled to Silicon Valley on Tuesday to persuade Facebook and Google executives to support a proposal that would make it easier for law enforcement to wiretap the companies' users.
FBI Director Robert Mueller III and General Counsel Valerie Caproni were scheduled to meet with “managers of several major companies” including Facebook and Google, according to The New York Times. It wasn't clear how the companies responded. (...)”
in The Register

Tal como está escrito na notícia, o FBI “pediu” quer à Google quer ao Facebook que permitisse o acesso às comunicações seguras feitas pelos seus utilizadores.
Além de ser uma clamorosa violação de privacidade - o que, infelizmente, é algo recorrente nos dias que correm - pode-se tornar, também, numa grave falha de segurança.
Num ponto de vista mais técnico, uma comunicação segura é feita entre duas pessoas, sendo que apenas essas duas pessoas conseguem “entender” as mensagens que são trocadas. Se o pedido do FBI se tornar realidade, significa que uma terceira pessoa possa “escutar” essa mesma conversação. O problema é que, havendo esta possibilidade, alguém que seja conhecedor do assunto consegue, com mais ou menos esforço, passar também a ouvir a conversa.
De qualquer maneira, e tendo em conta as jurisdições existentes nos Estados Unidos da América, acredito que muito dificilmente esta medida será tomada.

Por hoje é tudo,
L.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

E-books e as empresas na internet

Barnes & Noble Nook Color Review: A Screen Caught Between Two Worlds

“You can think about the Nook Color as a stripped-down tablet or a very fancy ebook reader (...) But it's arguably the first seven-inch device that's been designed to be one from the beginning, rather than a puffed-up phone.
This is a capable little thing, potentially the first of a new kind of cheap tweener tablet with functionality that's both broad but limited: Besides books, it delivers full color magazines and newspapers from most all of the major publishers; it can surf the web, play music and videos, even run Android apps (...)” in Gizmodo

Apesar de não parecer uma notícia muito relevante, pessoalmente acho que tem bastante importância. O aparecimento de e-books com ecrã a cores abre portas a usos bastante interessantes.
Antes de mais, é necessário fazer a distinção entre este aparelho e outros idênticos tais como o notório iPad. Neste último, o ecrã é idêntico ao de um vulgar computador - por vezes com brilho excessivo - o que, por vezes, dificulta a leitura e acaba por cansar os olhos ao fim de algum tempo. Por outro lado, os e-books - a preto e branco ou cores, tal como este Nook - são baseados numa tecnologia denominada tinta digital que se traduz numa leitura muito mais suave e parecida com a de um livro real.
Os e-books usuais, sem cores, já eram interessantes, mas sofriam com o facto de apenas serem verdadeiramente úteis para livros simples, sem ilustrações. Revistas ou livros técnicos - como por exemplo um livro de medicina, com figuras - seriam postos de parte devido à falta de cor. Este paradigma é, agora, alterado com o aparecimento das cores. Antevejo usos bastante variados, como por exemplo publicações puramente digitais, que sejam distribuídas pela internet, ou até de um estudante que pode, deste modo, evitar andar com pilhas de livros atrás. Interessante também a possibilidade de incluir, entre outros, imagens animadas nos livros, que facilitem a percepção de determinado conceito ou ideia.
Resta esperar pelo início da venda deste produto e analisar qual será o seu grau de aceitação e utilização.

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Internet firms are becoming a valuable source of economic insights

“EACH November for the past three years PayPal, an online-payments service owned by eBay, has published data showing the volume of payments it handles on what retailers call “Black Friday”, or the first day after the Thanksgiving holiday. The idea is to assess the strength of consumer demand on the day that marks the start of the holiday shopping season. On Black Friday last year the total of payments made on PayPal’s system was 20% higher than on the same day in 2008, suggesting that consumer confidence in America was looking more robust. Retailers are hoping for a repeat performance this month. (...)
Web firms see such indicators as something of a sideline. Tayloe Stansbury, Intuit’s chief technology officer, says that most of the firm’s data mining is geared to helping its customers. But some economic policymakers are paying attention to web firms’ statistics, for a couple of reasons.
The first is the speed with which the data are generated and crunched. (...) A second reason that web firms’ indicators are gaining popularity is the detailed data that underpin them. (...)”
in The Economist

Tal como referido na notícia, as empresas baseadas apenas na Internet - denominadas Internet ou Digital Firms - têm ganho popularidade e força ultimamente.
Esta tendência verifica-se por algumas razões chave:
  • Facilidade da criação do negócio;
  • Rápida e mais simples resposta às alterações do negócio;
  • Angariamento de dados sobre os clientes feito de uma forma mais expedita.
Com todos estes benefícios, é fácil perceber que estas digital firms têm vantagem sobre o modelo de negócio mais formal, baseado em infra-estruturas físicas.
Acredito que esta tendência será para manter, e até aumentar de valor, tendo em conta as crescentes oportunidades que a Internet tem vindo a oferecer. Obviamente que, num futuro distante (ou não tanto como isso) poderá significar o declínio e até desaparecimento dos negócios como hoje são conhecidos.

Por hoje é tudo.
L.

domingo, 7 de novembro de 2010

Privacidade & Videojogos

"Riots lead Mozambique to ban cell phone anonymity"

"Mozambique has more than six million cell phone users, many of them using the cheap prepaid models that don't require any sort of registration to purchase. The result: most of the country's cell phones can be used anonymously, something the government is suddenly determined to stop. A new rule gives cell phone users two months to register their names and numbers with the government, all thanks to some recent rioting."
in Arstechnica

Perde-se, em certa medida privacidade do sector das telecomunicações. Esta não é, no entanto, uma situação recente. Tal como se pode ler na notícia, anteriormente já o Irão tinha oprimido serviços anónimos tais como as mensagens por telemóvel e o Twitter. Outros países também seguem a tendência de banir os números de telefone anónimos. São medidas como estas, que sem ou com razão (por exemplo o recente incidente em Times Square, que esteve relacionado com um telemóvel), levam à alteração do plano mundial no que toca à privacidade e lança questões sobre os direitos que cada cidadão deve ou não ter.

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"Supreme Court weighs law on violent video games"

in Cnet

Esta notícia é referente a mais um episódio na já longa história sobre a violência nos videojogos (e não só) e o impacto que poderá ter nos mais jovens.

O artigo em questão relata que o Supremo Tribunal procedeu à audição de vários especialistas (ou não tanto?) na área de modo a poder, de maneira mais informada, produzir e alterar a legislação que actua nestas situações.

É minha opinião pessoal (se é minha, em princípio é pessoal, não?) que este problema seria facilmente resolvido através de uma maior atenção aquando da venda dos jogos, acompanhado de uma classificação etária dos mesmos, que seja clara e, acima de tudo, universal.
Nas lojas, pura e simplesmente, o jogo não deveria ser vendido a quem não tivesse idade suficiente para o jogar. É claro que existem mentalidades e mentalidades e eu, por exemplo, sempre joguei qualquer tipo de jogos sem problema. No entanto, caso não haja um devido acompanhamento por parte dos pais, a medida acima referida acaba por ser a mais evidente a tomar.

Um tema que, com certeza, ainda dará muito que falar.

Bom Domingo,
L.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Olá,
Duas notícias para hoje:

China desenvolve novo supercomputador, considerado o mais rápido do mundo.

"Tianhe-1A, a new supercomputer revealed at HPC 2010 China, has set a new performance record (...) making it the fastest system in China and in the world today (...)
in Digitimes

Apesar de ser o computador mais rápido, é bastante poupado no consumo (4 megawatts face aos 12 megawatts de outros supercomputadores)

Resta esperar agora os avanços que a máquina permitirá, tendo em conta o poder computacional que disponibiliza.

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O Declínio da Rádio?

“Everybody knows that Internet streaming music services have claimed a huge chunk of the radio listening market over the last decade. But a survey (covering 1,533 respondents from September 8-13, 2010) released by Edison Research spells out the extent of the transition and Pandora online radio's share of it. The report, titled "The American Youth Study 2010," suggests that over the last ten years most young listeners have largely migrated to the 'Net.(...) The Edison study says that in 2000, young listeners self-reported hanging around on the Internet about one hour a day, while listening to terrestrial radio about two hours and 43 minutes a day.
This year that ratio more than reversed itself. Young media consumers now spend 2:52 every day on the Internet, and just 1:14 listening to radio. Only television watching comes close to on line use among this group: 2:47 a day(...)”
in Arstechnica

Com a massificação da internet, os meios convencionais irão entrar em declínio e, porventura, desaparecer. Os primeiros a sofrer com a inovação foram os meios escritos, tais como os jornais e as revistas, que recentemente começaram a apostar em publicações e subscrições digitais, pela internet. Actualmente vemos o mesmo problema na difusão via rádio que cada vez tem menos ouvintes.
Daqui a uns anos, talvez mais cedo do que pensamos, o mesmo irá acontecer à televisão e, acredito, que no futuro teremos todos estes meios agrupados e localizados na internet.

L.