sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Cloud Computing

"Once upon a time, a few decades ago, computers were extraordinarily expensive, room-filling machines — the kind decked out with whirring tape reels, flashing lights, and banks of switches. You didn't pull up a chair up to use one; instead, using a process called timesharing, you accessed it via a remote terminal at the same time as a bunch of other folks.

The PC revolution changed all that, but only for a while.(...)" in Time.com

A notícia começa por introduzir o inicio da era computacional e a evoluções que posteriormente surgiram levando ao computador pessoal. No entanto começamos agora a voltar às origens.

O cloud computing leva ao extremo as práticas inicias, onde um computador (agora conjuntos enormes de servidores - server farms) era partilhado por várias pessoas.Esta nova revolução tem como é óbvio aspectos positivos e negativos.

Como aspectos positivos gostaria de destacar o facto de podermos uma máquina bastante inferior (ou até não termos computador nenhum) e assim poupar dinheiro - pois todo o processamento é feito remotamente. Por outro lado realço o facto de termos os nossos ficheiros também guardados na "cloud" o que faz com que os possamos aceder em qualquer lado, em qualquer altura. Temos no fundo o nosso computador sempre connosco.

Ao nível de segurança creio que há ganhos porque ao passo que o nosso computador pessoal é por vezes fracamente protegido, os servidores remotos têm várias camadas de segurança onde até os nossos ficheiros possam estar distribuídos por várias máquinas distintas - o que leva a que tenham de ser quebrados vários mecanismos de segurança num curto espaço de tempo.

Negativamente há o facto de ter de haver uma ligação à Internet rápida e estável o que raramente é o caso. É este o pé de Aquiles desta tecnologia e causador de ainda não ter o impacto que um dia poderá ter.


Boas festas ;)


Novas leis acerca da neutralidade na web

"The Federal Communications Commission is releasing the details of its new net neutrality Order in stages. Although the FCC's new ban on "unreasonable discrimination" for wired ISPs allows certain kinds of traffic discrimination (not all bits need be equal), the agency made clear after today's meeting that "paid prioritization" deals with Internet companies are unlikely to be allowed. Critics had worried that the new Order would only affect outright website blocking, leaving paid prioritization untouched (or even implicitly sanctioned)." in ArsTechnica

Na semana passada a FCC renovou as suas leis no que toca ao regulamento e controlo nas larguras de banda. Como é sabido, os ISPs actualmente alocam a largura de banda por cliente, não de maneira neutral mas sim de acordo com os serviços e contratados.

Apesar de uma gestão deste tipo ser importante, creio que seria relevante, primeiro, assegurar a quantidade de largura suficiente para o número de clientes em questão. Só depois se faria este controlo de alocação - permitir mais largura para um cliente com serviços de televisão, etc.

As novas leis, tentam enfrentar estas situações, mas como se pode ler no resto da notícia, podem levar a problemas ainda maiores como a diminuição da qualidade do serviço ou o aparecimento de taxas adicionais de pagamento para de facto ter prioridade em relação aos outros utilizadores. No fundo ficamos na mesma situação só que com mais burocracia em cima.

É importante rever esta situação de modo a que se encontra medidas que, de facto, façam face a este rol de questões.

Fundador do Facebook nomeado pessoa do ano pela Times

"For connecting more than half a billion people and mapping the social relations among them, for creating a new system of exchanging information and for changing how we live our lives, Mark Elliot Zuckerberg is TIME's 2010 Person of the Year(...)" in Time.com

Mark Zuckerberg foi eleito pessoa do ano, pelos seus feitos como fundador do Facebook. É indiscutível o sucesso desta plataforma e da revolução que provocou. Pessoas que, dantes, nem num computador sabiam mexer são agora utilizadores activos. Aliás, devem ser poucas as pessoas (pelos menos dentro da faixa etária adequada) que não conhecem o Facebook.

Por outro lado, e como se pode ler na continuação do artigo, a empresa parece ser gerida de maneira pouco usual, sem uma hierarquia totalmente definida. Não existem escritórios separados e todos trabalham numa só sala. Apesar de caótico funciona. Realço este aspecto porque me parece bastante interessante: resulta num agradável ambiente de trabalho onde todos cooperam entre si.

Um exemplo a seguir por todos.


Apple com domínio no mercado da música

"Despite unrelenting competition from numerous online music vendors—particularly Amazon—iTunes has managed to actually increase its market share. The music service now makes up 66.2 percent of the online music market, according to new numbers from NPD, with Amazon coming in second with 13.3 percent for the third quarter of 2010.

iTunes has managed to increase its share from 63.2 percent earlier this year, even as Amazon has made aggressive efforts to chip away at iTunes' customer base and artist exclusives. In fact, Amazon was so good at pushing its "Daily Deal" promotions (deeply discounted albums of hot bands) that Apple apparently felt threatened by it—an anonymous music industry exec said earlier this year that Apple was stepping up pressure on artists to avoid Amazon's music promotions, lest they lose their valuable marketing support from iTune(...)" in ArsTechnica

É interessante ver que, apesar de esforços de numerosas empresas, a Apple continua a dominar esta área. Com 66% do mercado é fácil perceber o poder que a companhia de Steve Jobs tem actualmente. Seria interessante que surgissem, com força, novos players (tal como a Amazon) e que fizessem realmente frente à Apple. Novos modelos de negócios, ofertas diferentes, etc, tudo seria útil e, como se sabe, quanto maior a variedade de oferta e concorrência melhor é para o utilizador final - quer em termos de de qualidade quer em preço.

Um assunto para acompanhar com interesse.

L.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

EUA fecham sites

"The U.S. government has launched a major crackdown on online copyright infringement, seizing dozens of Web site domains linked to illegal file sharing and counterfeit goods.

The domains of torrent sites that link to illegal copies of music and movie files and sites that sell counterfeit goods were seized this week by the Immigration and Customs Enforcement division of the Department of Homeland Security. Visitors to such sites as Torrent-finder.com, 2009jerseys.com, and Dvdcollects.com found that their usual sites had been replaced by a message that said, "This domain name has been seized by ICE--Homeland Security Investigations, pursuant to a seizure warrant issued by a United States District Court.(...)"

in CNET


Recentemente foram fechados, nos EUA, uma série de mais de 70 domínios sem qualquer pré-aviso. Ilegais ou não (alegadamente associados a partilha ilegal de ficheiros) a verdade é que estas acções tiveram lugar sem qualquer julgamento associado.
Isto abre, assim, novos precedentes, no que toca a este tipo de domínio (leia-se, a Internet). Percebemos assim que o governo consegue passar por cima da jurisdição existente - que nos Estados Unidos, é bastante forte - e intervir por cima de todos.

É importante que este tipo de páginas (e actividades) seja controlada, mas não desta maneira ;)

L.

Windows Phone 7

Com aproximadamente dois meses de vida, o mais recente sistema operativo móvel da Microsoft já vendeu 1.5 milhões de terminais! in ArsTechnica

Representando uma ruptura com o passado, o novo SO apresenta uma imagem muito mais estilizada e revolucionária, e vai de encontro ao que os utilizadores pretendem de um terminal móvel. Antevê-se assim uma séria concorrência com os outros principais adversários - iOS e Android.

Deixo um pequeno filme de introdução ao sistema operativo e a várias máquinas que o correm:

Wikileaks, what else?

Muito se tem falado do Wikileaks nos dias que correm.
Bem ou mal o seu fundador foi levado em prisão preventiva (com queixas que, alegadamente, não estão em nada relacionadas com o próprio site) e entretanto já se encontra novamente em liberdade, enfrentando porém um pedido de extradição por parte dos EUA.

Nos últimos dias a página web lançou uma quantidade brutal de documentação - supostamente secreta - à qual nem Portugal escapou ileso. Entretanto a página web tem vindo a saltar de servidor em servidor porque ninguém, com medo de repercussões, deseja ficar com esta batata quente em mãos.

A propósito deste assunto, muito se tem falado de liberdade de expressão e do direito à informação. É de facto que esse valor deve ser tomado em conta (e até é importante referir que o wikileaks tem jornalistas credenciados, responsáveis por verificar a autenticidade das notícias submetidas), mas é preciso também perceber quando se começa a infringir o também vital direito à privacidade. Quando se dá estas colisões, decerto a esta escala mundial, alguém acabará por sair em mau estado. Por enquanto apenas foi o fundador, Julian Assange.

Over and out ;)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Incovinientes das Redes Sociais

Insurers Test Data Profiles to Identify Risky Clients
“Life insurers are testing an intensely personal new use for the vast dossiers of data being amassed about Americans: predicting people's longevity. (...)
Increasingly, some gather online information, including from social-networking sites. Acxiom Corp., one of the biggest data firms, says it acquires a limited amount of "public" information from social-networking sites, helping "our clients to identify active social-media users, their favorite networks, how socially active they are versus the norm, and on what kind of fan pages they participate.” (...)”

in The Wall Street Journal

Tal como se pode ler na notícia, várias seguradoras actualmente analisam o perfil dos clientes, de modo a melhor definir o prémio de cada um.
Esta situação também se verifica na análise da candidatos para empregos, onde é feita a análise de perfis de redes sociais, como o facebook, para melhor conhecer o candidato.
Falta de privacidade?
A verdade é que estas informações são publicas - para todas as pessoas - por nossa acção e, caso não queiramos que este tipo exposição indesejável, o melhor é mesmo evitar qualquer uso deste tipo de redes sociais, até mesmo porque o seu propósito é mesmo esse, socializar.

domingo, 28 de novembro de 2010

Windows e Segurança

Windows @ 25

“Today marks the 25th anniversary of Microsoft Windows, since the first version of the product was launched on this day in 1985. (To put this in perspective, I graduated from high school in 1985.) Like most people, I never used Windows 1.0, which was by all accounts nothing more than a slightly graphical shell that sat on top of MS-DOS. In fact, the original code-name for Windows--Interface Manager--says everything you need to know about Microsoft's early intentions for the product. (...)”
in WinSuperSite

O sistema operativo da microsoft fez 25 anos!
Apesar de ser “odiado” por muitos a verdade é que o windows - nas suas várias versões - é, actualmente, o sistema operativo mais usado do mundo. Foi também o pioneiro no mercado de consumidores o que permitiu - e causou - a massificação do computador para uso pessoal e casual.
Desde o Windows 1.0 até ao actual Windows 7, um sem número de revoluções aconteceram no mercado e o sistema sempre esteve a par e passo das mesmas.

Será que daqui a 25 anos o panorama será o mesmo?
----------------------------------------------------------------------------------------------------
FBI brass ask Google, Facebook to expand wiretaps

“Top officials from the FBI traveled to Silicon Valley on Tuesday to persuade Facebook and Google executives to support a proposal that would make it easier for law enforcement to wiretap the companies' users.
FBI Director Robert Mueller III and General Counsel Valerie Caproni were scheduled to meet with “managers of several major companies” including Facebook and Google, according to The New York Times. It wasn't clear how the companies responded. (...)”
in The Register

Tal como está escrito na notícia, o FBI “pediu” quer à Google quer ao Facebook que permitisse o acesso às comunicações seguras feitas pelos seus utilizadores.
Além de ser uma clamorosa violação de privacidade - o que, infelizmente, é algo recorrente nos dias que correm - pode-se tornar, também, numa grave falha de segurança.
Num ponto de vista mais técnico, uma comunicação segura é feita entre duas pessoas, sendo que apenas essas duas pessoas conseguem “entender” as mensagens que são trocadas. Se o pedido do FBI se tornar realidade, significa que uma terceira pessoa possa “escutar” essa mesma conversação. O problema é que, havendo esta possibilidade, alguém que seja conhecedor do assunto consegue, com mais ou menos esforço, passar também a ouvir a conversa.
De qualquer maneira, e tendo em conta as jurisdições existentes nos Estados Unidos da América, acredito que muito dificilmente esta medida será tomada.

Por hoje é tudo,
L.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

E-books e as empresas na internet

Barnes & Noble Nook Color Review: A Screen Caught Between Two Worlds

“You can think about the Nook Color as a stripped-down tablet or a very fancy ebook reader (...) But it's arguably the first seven-inch device that's been designed to be one from the beginning, rather than a puffed-up phone.
This is a capable little thing, potentially the first of a new kind of cheap tweener tablet with functionality that's both broad but limited: Besides books, it delivers full color magazines and newspapers from most all of the major publishers; it can surf the web, play music and videos, even run Android apps (...)” in Gizmodo

Apesar de não parecer uma notícia muito relevante, pessoalmente acho que tem bastante importância. O aparecimento de e-books com ecrã a cores abre portas a usos bastante interessantes.
Antes de mais, é necessário fazer a distinção entre este aparelho e outros idênticos tais como o notório iPad. Neste último, o ecrã é idêntico ao de um vulgar computador - por vezes com brilho excessivo - o que, por vezes, dificulta a leitura e acaba por cansar os olhos ao fim de algum tempo. Por outro lado, os e-books - a preto e branco ou cores, tal como este Nook - são baseados numa tecnologia denominada tinta digital que se traduz numa leitura muito mais suave e parecida com a de um livro real.
Os e-books usuais, sem cores, já eram interessantes, mas sofriam com o facto de apenas serem verdadeiramente úteis para livros simples, sem ilustrações. Revistas ou livros técnicos - como por exemplo um livro de medicina, com figuras - seriam postos de parte devido à falta de cor. Este paradigma é, agora, alterado com o aparecimento das cores. Antevejo usos bastante variados, como por exemplo publicações puramente digitais, que sejam distribuídas pela internet, ou até de um estudante que pode, deste modo, evitar andar com pilhas de livros atrás. Interessante também a possibilidade de incluir, entre outros, imagens animadas nos livros, que facilitem a percepção de determinado conceito ou ideia.
Resta esperar pelo início da venda deste produto e analisar qual será o seu grau de aceitação e utilização.

---------------------------------------------------------------------------------------

Internet firms are becoming a valuable source of economic insights

“EACH November for the past three years PayPal, an online-payments service owned by eBay, has published data showing the volume of payments it handles on what retailers call “Black Friday”, or the first day after the Thanksgiving holiday. The idea is to assess the strength of consumer demand on the day that marks the start of the holiday shopping season. On Black Friday last year the total of payments made on PayPal’s system was 20% higher than on the same day in 2008, suggesting that consumer confidence in America was looking more robust. Retailers are hoping for a repeat performance this month. (...)
Web firms see such indicators as something of a sideline. Tayloe Stansbury, Intuit’s chief technology officer, says that most of the firm’s data mining is geared to helping its customers. But some economic policymakers are paying attention to web firms’ statistics, for a couple of reasons.
The first is the speed with which the data are generated and crunched. (...) A second reason that web firms’ indicators are gaining popularity is the detailed data that underpin them. (...)”
in The Economist

Tal como referido na notícia, as empresas baseadas apenas na Internet - denominadas Internet ou Digital Firms - têm ganho popularidade e força ultimamente.
Esta tendência verifica-se por algumas razões chave:
  • Facilidade da criação do negócio;
  • Rápida e mais simples resposta às alterações do negócio;
  • Angariamento de dados sobre os clientes feito de uma forma mais expedita.
Com todos estes benefícios, é fácil perceber que estas digital firms têm vantagem sobre o modelo de negócio mais formal, baseado em infra-estruturas físicas.
Acredito que esta tendência será para manter, e até aumentar de valor, tendo em conta as crescentes oportunidades que a Internet tem vindo a oferecer. Obviamente que, num futuro distante (ou não tanto como isso) poderá significar o declínio e até desaparecimento dos negócios como hoje são conhecidos.

Por hoje é tudo.
L.

domingo, 7 de novembro de 2010

Privacidade & Videojogos

"Riots lead Mozambique to ban cell phone anonymity"

"Mozambique has more than six million cell phone users, many of them using the cheap prepaid models that don't require any sort of registration to purchase. The result: most of the country's cell phones can be used anonymously, something the government is suddenly determined to stop. A new rule gives cell phone users two months to register their names and numbers with the government, all thanks to some recent rioting."
in Arstechnica

Perde-se, em certa medida privacidade do sector das telecomunicações. Esta não é, no entanto, uma situação recente. Tal como se pode ler na notícia, anteriormente já o Irão tinha oprimido serviços anónimos tais como as mensagens por telemóvel e o Twitter. Outros países também seguem a tendência de banir os números de telefone anónimos. São medidas como estas, que sem ou com razão (por exemplo o recente incidente em Times Square, que esteve relacionado com um telemóvel), levam à alteração do plano mundial no que toca à privacidade e lança questões sobre os direitos que cada cidadão deve ou não ter.

-------------------------------------------------------------

"Supreme Court weighs law on violent video games"

in Cnet

Esta notícia é referente a mais um episódio na já longa história sobre a violência nos videojogos (e não só) e o impacto que poderá ter nos mais jovens.

O artigo em questão relata que o Supremo Tribunal procedeu à audição de vários especialistas (ou não tanto?) na área de modo a poder, de maneira mais informada, produzir e alterar a legislação que actua nestas situações.

É minha opinião pessoal (se é minha, em princípio é pessoal, não?) que este problema seria facilmente resolvido através de uma maior atenção aquando da venda dos jogos, acompanhado de uma classificação etária dos mesmos, que seja clara e, acima de tudo, universal.
Nas lojas, pura e simplesmente, o jogo não deveria ser vendido a quem não tivesse idade suficiente para o jogar. É claro que existem mentalidades e mentalidades e eu, por exemplo, sempre joguei qualquer tipo de jogos sem problema. No entanto, caso não haja um devido acompanhamento por parte dos pais, a medida acima referida acaba por ser a mais evidente a tomar.

Um tema que, com certeza, ainda dará muito que falar.

Bom Domingo,
L.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Olá,
Duas notícias para hoje:

China desenvolve novo supercomputador, considerado o mais rápido do mundo.

"Tianhe-1A, a new supercomputer revealed at HPC 2010 China, has set a new performance record (...) making it the fastest system in China and in the world today (...)
in Digitimes

Apesar de ser o computador mais rápido, é bastante poupado no consumo (4 megawatts face aos 12 megawatts de outros supercomputadores)

Resta esperar agora os avanços que a máquina permitirá, tendo em conta o poder computacional que disponibiliza.

-----------------------------------------------------------------------

O Declínio da Rádio?

“Everybody knows that Internet streaming music services have claimed a huge chunk of the radio listening market over the last decade. But a survey (covering 1,533 respondents from September 8-13, 2010) released by Edison Research spells out the extent of the transition and Pandora online radio's share of it. The report, titled "The American Youth Study 2010," suggests that over the last ten years most young listeners have largely migrated to the 'Net.(...) The Edison study says that in 2000, young listeners self-reported hanging around on the Internet about one hour a day, while listening to terrestrial radio about two hours and 43 minutes a day.
This year that ratio more than reversed itself. Young media consumers now spend 2:52 every day on the Internet, and just 1:14 listening to radio. Only television watching comes close to on line use among this group: 2:47 a day(...)”
in Arstechnica

Com a massificação da internet, os meios convencionais irão entrar em declínio e, porventura, desaparecer. Os primeiros a sofrer com a inovação foram os meios escritos, tais como os jornais e as revistas, que recentemente começaram a apostar em publicações e subscrições digitais, pela internet. Actualmente vemos o mesmo problema na difusão via rádio que cada vez tem menos ouvintes.
Daqui a uns anos, talvez mais cedo do que pensamos, o mesmo irá acontecer à televisão e, acredito, que no futuro teremos todos estes meios agrupados e localizados na internet.

L.

domingo, 17 de outubro de 2010

Olá a todos,

Crio este blogue com o objectivo de, semanalmente, opinar sobre as notícias relacionadas com o mundo da tecnologia. Espero que, com um número razoável de seguidores, se possa analisar quais os impactos - positivos ou negativos - que cada revolução tecnológica possa ter na sociedade e no mundo empresarial.

Executo esta com o objectivo da realização da cadeira de Portfólio Pessoal III - no Instituto Superior Técnico - mas pretendo, caso seja viável, continuar a desenvolver o blogue.

Saudações,

L.