"Riots lead Mozambique to ban cell phone anonymity"
"Mozambique has more than six million cell phone users, many of them using the cheap prepaid models that don't require any sort of registration to purchase. The result: most of the country's cell phones can be used anonymously, something the government is suddenly determined to stop. A new rule gives cell phone users two months to register their names and numbers with the government, all thanks to some recent rioting."
in Arstechnica
Perde-se, em certa medida privacidade do sector das telecomunicações. Esta não é, no entanto, uma situação recente. Tal como se pode ler na notícia, anteriormente já o Irão tinha oprimido serviços anónimos tais como as mensagens por telemóvel e o Twitter. Outros países também seguem a tendência de banir os números de telefone anónimos. São medidas como estas, que sem ou com razão (por exemplo o recente incidente em Times Square, que esteve relacionado com um telemóvel), levam à alteração do plano mundial no que toca à privacidade e lança questões sobre os direitos que cada cidadão deve ou não ter.
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"Supreme Court weighs law on violent video games"
in Cnet
Esta notícia é referente a mais um episódio na já longa história sobre a violência nos videojogos (e não só) e o impacto que poderá ter nos mais jovens.
O artigo em questão relata que o Supremo Tribunal procedeu à audição de vários especialistas (ou não tanto?) na área de modo a poder, de maneira mais informada, produzir e alterar a legislação que actua nestas situações.
É minha opinião pessoal (se é minha, em princípio é pessoal, não?) que este problema seria facilmente resolvido através de uma maior atenção aquando da venda dos jogos, acompanhado de uma classificação etária dos mesmos, que seja clara e, acima de tudo, universal.
Nas lojas, pura e simplesmente, o jogo não deveria ser vendido a quem não tivesse idade suficiente para o jogar. É claro que existem mentalidades e mentalidades e eu, por exemplo, sempre joguei qualquer tipo de jogos sem problema. No entanto, caso não haja um devido acompanhamento por parte dos pais, a medida acima referida acaba por ser a mais evidente a tomar.
Um tema que, com certeza, ainda dará muito que falar.
Bom Domingo,
L.
Achas que é um mal necessário com tudo o que vivemos hoje?
ResponderEliminarConcordo contigo, é pena não haver esse tipo de funcionamento por parte das lojas e os pais não terem a noção do tipo de jogo que estão a comprar para os filhos.
ResponderEliminarÉ um mal necessário dependente da situação. Passa sempre por balancear os conceitos de direito à informação (e benefícios que isso possa trazer) e o direito à privacidade e tentar encontrar um meio termo.
ResponderEliminarCumprimentos.